Memes - Semeando conhecimento



Notícias sobre ‘Preparação para a Prova e Melhoria Contínua’ Category

IV Exame da OAB aprova 14,83% dos candidatos

26/09/2011

O Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou um aumento no número de aprovados na prova aplicada entre julho e agosto, depois de registrar o pior índice de aprovação da história (9,74%) no teste realizado em dezembro. De acordo com o resultado preliminar divulgado na sexta-feira (23), um total de 18.002 (14,83%) dos 121.309 candidatos passaram no último exame.

Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, o resultado tem duas causas: a melhora no ensino de Direito no País e o maior empenho dos alunos. “É uma resposta positiva à prova que vem sendo elaborada. O objetivo é que passem os profissionais qualificados, e não a reprovação em massa”, afirma ele.

O juiz aposentado Luiz Flávio Gomes, criador da rede de cursinhos LFG, que prepara para o Exame da Ordem, não acredita que tenha havido melhora no ensino. “A aprovação na casa dos 15% é a média dos dez últimos exames. O que aconteceu é que a prova de dezembro foi mais difícil que as demais, o que diminuiu o número de candidatos bem sucedidos”, diz.

Gomes concorda, no entanto, com a afirmação de que os candidatos estão se aplicando mais. “Vejo isso no dia a dia. Os alunos estão se conscientizando de que é preciso estudar mais para poder passar”, conta. Em sua opinião, o porcentual de aprovação continua muito baixo. “O mínimo aceitável é que 25% dos alunos passem.”

Na primeira fase, três questões foram anuladas e todos os candidatos receberam os pontos referentes a elas. Já o resultado divulgado na semana passada é preliminar e ainda pode ser modificado.

Segundo o secretário-geral da OAB, Marcos Vinícius Furtado Coelho, cerca de 2 mil bacharéis entraram com recurso pedindo revisão. O número final será divulgado em 4 de outubro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: G1

OAB requer que cursos com aprovação zero fiquem sob supervisão do MEC

04/07/2011

Brasília, 04/07/2011 – Oitenta e uma das 610 faculdades brasileiras que submeteram estudantes de Direito à última edição do Exame de Ordem não tiveram nenhum candidato aprovado. Diante dessa grave estatística, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, decidiu hoje (04) enviar ofício ao ministro da Educação, Fernando Haddad, para requerer que tais faculdades sejam colocadas em regime de supervisão por parte do MEC.

As instituições de ensino submetidas a este regime pelo MEC tem seus índices de aprovação em exames de proficiência acompanhados de perto pelo MEC e devem cumprir algumas metas estabelecidas pelo Ministério, sob pena de serem penalizadas com redução de vagas, suspensão de cursos e, em casos extremos, fechamento do curso.

Ao tomar tal atitude, o presidente nacional da OAB lembrou que a advocacia e a sociedade brasileira tem sofrido com a existência de instituições de ensino que continuam a cometer um verdadeiro estelionato educacional com os jovens que, com sacrifício, freqüentam e pagam um curso de Direito confiando que um dia terão o conhecimento necessário para se tornarem advogados. “Quando termina o curso e se submete ao Exame de Ordem ou a um concurso, o candidato é reprovado. Ou seja, no final, ele verifica que tem um diploma na mão, mas que nada vale em termos de formação”, explica Ophir ao comentar a estatística dos cursos com aprovação zero na última edição do exame.

Ophir Cavalcante lembrou que a OAB tem criticado com veemência esse tipo de instituição de ensino porque o país necessita de advogadas preparados à altura da missão que os aguardam. “O descompasso entre a qualidade do ensino contribui para desmerecimento das profissões jurídicas como um todo”, afirmou o presidente da OAB, ao deixar claro: “não somos contra o ensino; somos contra o mau ensino jurídico”.

Fonte: Conselho Federal da OAB

Péssima qualidade dos cursos reduz procura por cursos de direito

27/06/2011

São Paulo – Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação. Por outro lado, cresce a procura por engenharia, produção (como os cursos de tecnologia) e construção (como arquitetura). O cenário foi constatado em estudo da consultoria Hoper Educação, com base em dados oficiais do MEC. A pesquisa aponta que o número de ingressantes em cursos privados de engenharia, produção e construção subiu 33% entre 2007 e 2009. Já a procura por administração e direito caiu 10% e 6%, respectivamente. A área de saúde também recuou (5%), puxada sobretudo por enfermagem e fisioterapia. Os dados são os mais atualizados já disponíveis.

Para o autor do estudo, Romário Davel, há dois motivos para o cenário. O primeiro é o mercado de trabalho. A percepção dos calouros é que já há excesso de profissionais nas áreas em queda, enquanto surgem rotineiramente notícias de falta de engenheiros e de profissionais ligados à infraestrutura. “É uma área em que o jovem pode apostar para os próximos anos, porque a demanda deverá seguir alta.” Outro fator, diz Davel, é a ação do MEC, que incentiva a abertura de cursos de engenharia e vem barrando a expansão dos de saúde, além de cortar vagas em direito.

O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, diz que o fundamental é melhorar a avaliação dos cursos em geral, “o que garante uma expansão com qualidade e permite que os estudantes tenham mais possibilidades de escolha”. Diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, Vanderli Fava de Oliveira, diz que o crescimento da área é insuficiente. “Para chegarmos ao nível de países desenvolvidos, precisamos dobrar o número de engenheiros formados por ano.”

Do lado dos cursos que encolhem, as explicações variam. Para o presidente interino do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, a queda de calouros de direito decorre da falta de qualidade de muitos cursos. “Com as altas taxas de reprovação no Exame da Ordem e em concursos públicos, as pessoas se desestimulam. Elas percebem que gastarão dinheiro com a formação e não conseguirão boa inserção no mercado”, diz.

Já o presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de SP, Gil Lúcio Almeida, afirma que a queda dos calouros ocorre porque Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais, além de concederem “baixa remuneração”. Os conselhos profissionais de administração e enfermagem não se pronunciaram. (A matéria é de autoria do repórter Fábio Takahashi e foi publicado na edição de hoje da Folha de S.Paulo)

Fonte: Conselho Federal da OAB

Inscrições do Exame de Ordem 2011.1 irão até 26.06

15/06/2011

Publicado o edital do Exame de Ordem 2011.1, temos agora o cronograma de atividades já confirmado.

Pois bem, o período para solicitação de isenção da taxa de inscrição resume-se a dois dias: hoje e amanhã. Então, quem vai buscar isenção da taxa, corra, porque só pode ser solicitada até amanhã, 16.06.

A divulgação dos locais de realização da prova objetiva (1º fase) ocorrerá no dia 11 de julho, data bastante próxima da realização da primeira fase do exame, que ocorrerá no dia 17 de julho, ou seja, daqui a um mês.

A realização da segunda fase (prova prático-profissional) está marcada para o dia 21 de agosto do corrente ano, de modo que temos dois meses de hoje até o fim d aplicação das provas do exame de ordem 2011.1

Bons estudos!

Adiada a publicação do edital do Exame de Ordem 2011.1

07/06/2011

A publicação do edital do Exame de Ordem 2011.1, que estava prevista para o dia 07 de junho, terça-feira, foi adiada para próxima semana, e provavelmente ocorrerá na quarta-feira, 15 de junho.

Contudo, a data da prova não foi adiada! Ademais, as inscrições deverão ocorrer entre os dias 16 e 26 de junho.

A data da primeira prova, a princípio, continua a mesma, qual seja, 17 se julho. Já a segunda fase ocorrerá dia 21 de agosto.

Continuem estudando!

Edital do Exame 2011.1 sairá dia 07 de Junho

06/06/2011

Será publicado nesta terça-feira, 07 de junho, o edital do Exame de Ordem 2011.1

Também já há as datas para a divulgação dos exames 2011.2 e 2011.3, que serão publicados, respectivamente, em 26 de setembro e 29 de dezembro de 2011.

Em todos esses exames, deverá ocorrer a redução do número de questões da prova objetiva, que terá 80 questões, em detrimento das 100, cobradas até esse último exame, o 2010.3.

Já é hora de todo mundo buscar as aulas que pretende ver e de meter a cara nos livros!

Exame de Ordem versus “fábricas de diplomas”

16/05/2011

Os maiores beneficiários da extinção dos exames obrigatórios da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da profissão seriam “os donos de faculdade”, que “passariam a vender não apenas o bacharelado em direito como também o ingresso na carreira, em negócio ainda mais lucrativo”. A declaração foi feita pelo secretário-geral do Conselho Federal da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coelho, em audiência pública realizada na última quinta-feira, na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, com o objetivo de debater a campanha em curso cujo fito é acabar com a exigência, prevista na Lei 8.609/94.

De acordo com Furtado Coelho, os principais prejudicados com a eventual extinção do “Exame da Ordem” – considerado pelos bacharéis cada vez mais difícil – seriam “os cidadãos mais necessitados que, sem condições financeiras para advogados com conhecimento, seriam direcionadas pelo mercado aos advogados não aprovados no exame, despreparados para defendê-los”. O dirigente da OAB ressaltou que o curso de direito abre um leque de oportunidades profissionais, como as carreiras de juiz de direito, delegado de polícia e promotor de Justiça.

- Todos os bacharéis em direito realizaram seus cursos com a regra atual em vigor, e tinham plena consciência da necessidade do exame de Ordem para o exercício da advocacia – afirmou Furtado Coelho. – Não é possível mudar a regra do jogo depois do término da partida. Após reprovação no exame, pretender mudar a lei para dela se beneficiar é um casuísmo.

Ele lembrou ainda que a Constituição autoriza (artigo 5º), a edição de lei que estabeleça critérios para o exercício de profissões, e enumerou uma série de países que exigem exames similares ao da OAB, entre os quais os Estados Unidos, a Itália e a França.

Referindo-se à “indústria” dos cursos de direito existente no país, o secretário-geral da OAB disse que mais de 90% dos pedidos de autorização de cursos de direito recebem pareceres contrários da OAB, embora a “palavra final” seja do Ministério da Educação.

- As boas faculdades públicas e privadas possuem índice de aprovação no exame de ordem superior a 60%, sendo que os não aprovados em primeiro exame acabam por obter êxito em exame posterior – acrescentou. – Para a OAB, seria lucrativo não realizar os exames, já que passaria a contar com a arrecadação de milhares de novos advogados, com a obrigação de pagar a anuidade, que é bem superior ao valor da taxa do exame.

Na mesma audiência pública, o diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Paulo Roberto Wollinger, explicou que o ministério faz, apenas, uma análise da qualidade da aprendizagem e não uma avaliação individual dos profissionais que se graduam. Ainda segundo ele, o MEC avalia, atualmente, cerca de 30 mil cursos, em mais de 2.500 instituições de todo o país. Na área do direito, a última análise do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) mostrou que cerca de 80 instituições tiveram “avaliações frágeis”, e por isso estão sujeitas à redução de vagas, e até a proibição de promover novos vestibulares. (JB on line)

Fontes: http://www.memesjuridico.com.br e Conselho Federal da OAB.

Mudanças no Exame de Ordem entrarão em vigor ainda neste ano

28/04/2011

O Exame de Ordem que credencia os bacharéis em Direito a atuarem como advogados sofrerá modificações, deliberadas nacionalmente.

As mudanças aprovadas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrarão em vigor já na primeira edição do Exame neste ano de 2011, ainda sem data confirmada, de acordo com informação do presidente da entidade no Amazonas, Fábio de Mendonça.

As mudanças são: a diminuição no número de questões da prova objetiva — de 100 para 80; o fim da exigência de disciplinas do eixo fundamental; as supressões do parágrafo 3º do artigo 6º, do Provimento 136; e a flexibilização no que diz respeito à quantidade de provas a serem realizadas anualmente.

Segundo o presidente da Comissão do Exame de Ordem na OAB/AM, Caupolican Padilha, essas alterações têm a função de possibilitar uma melhor resolução da prova, e não a diminuição da dificuldade.

Para Padilha, a mudança mais profunda se refere ao corte de 20 questões da prova objetiva. “Tínhamos uma reclamação muito grande por parte dos graduados de que as cinco horas de exame não eram suficientes. Agora, há mais tempo para responder as questões”, afirmou. “Quanto às matérias de eixo fundamental, a decisão oficializa o que já vem sendo praticado, uma vez que as disciplinas Filosofia e Antropologia, por exemplo, não eram aplicadas na prova”, explicou.

No que se refere à supressão do parágrafo 3º do artigo 6º do Provimento — que trata da avaliação da prova prático-profissional —, o representante da OAB/AM justifica que a decisão foi baseada na busca por melhor compreensão do documento. “Era um trecho que, devido à má interpretação ou mesmo má fé de alguns candidatos, acabou sendo excluído”, ressaltou.

Sobre a flexibilização na quantidade de provas a serem realizadas anualmente, Caupolican Padilha enfatizou que a logística da OAB é a maior beneficiada com a decisão. “Por causa da obrigatoriedade da realização de três provas anuais, estamos ainda ocupados com o Exame 2010/3. Com essa alteração, já estaríamos nos dedicando aos exames de 2011. As etapas se sustentam no número de turmas que cada faculdade possui e não conheço nenhuma que forme três turmas por ano”, enfatizou.

Ensino jurídico ‘doente’

Ao comentar a deliberação da OAB, Caupolican Padilha não poupou críticas às Faculdades de Direito, segundo ele, as principais responsáveis pelo índice de reprovação exacerbado. “O papel da OAB é proteger o mercado e o que vemos é um grande número de instituições pondo gente despreparada no mercado de trabalho. O ensino jurídico está doente e cabe à Ordem, por meio da prova, tentar conter esse problema”, defende.

Por fim, o representante da OAB/AM diz que somente a capacitação correta pode guiar a realização do exame, que, para ele, “é uma prova simples e fácil”. “Bons alunos conseguem resolver a prova, até mesmo antes de chegar aos últimos períodos da faculdade”.

Fonte: http://www.amazonasnoticias.com.br/amazonas/2850-mudancas-no-exame-de-ordem-entram-em-vigor-este-ano.html

Difícil segunda fase do Exame de Ordem 2010.3 frustra candidatos.

28/03/2011

Aconteceu aquilo que, de certo modo, já era esperado. A prova da segunda fase do Exame de Ordem 2010.3 foi muito difícil e cansativa. O exame foi extenso a ponto de muitos dos bachareis não conseguirem escrever de modo satisfatório, utilizando o espaço que tinham: alguns não escreveram tudo o que queriam; outros, ultrapassaram o limite da área destinada à resposta. Enfim, dificuldades não faltaram. No twitter, o que se viu foi muitos candidatos fazendo desabafos, do tipo “uma prova para se esquecer”, “vou dormir porque já sofri demais hoje”, “me deu vontade de chorar ao ver aquela prova”.

Sabemos da dificuldade de se fazer uma análise pautada pela racionalidade quando estão em jogo nosso esforço, nossos sonhos e aspirações. É igualmente difícil suportar o sentimento de frustração quando nos preparamos para uma prova tão importante e o desempenho não é inteiramente compatível com aquilo que esperávamos. Daí surge a importância da análise de alguém que está fora do processo, ao menos fora enquanto candidato.

Queridos, nem tudo está perdido. Em primeiro lugar, devemos ter em mente que a dificuldade desta prova pode estar diretamente relacionada ao fato de ter havido uma enorme incerteza sobre a quantidade de pessoas que participariam dela. Ora, até meados da semana passada, ninguém poderia afirmar com certeza quantas pessoas poderiam estar na segunda fase, já que havia a chance de serem atribuídos 5 pontos a todos os candidatos, devido a não inclusão explícita de 5 quesões de Direitos Humanos na primeira fase do Exame 2010.3. Isso posto, nos parece que FGV/OAB elaboraram uma prova mais difícil exatamente para tentar conter o número de aprovados, mesmo que o cenário com 23.799 candidatos a mais não se concretizasse. Como de fato não se concretizou. Foi o preço a se pagar (e como sempre os prejudicados são aqueles que têm menos a ver com a situação toda).

Porém, em decorrência desse cenário de “inchaço” de candidatos aptos à segunda fase não ter se concretizado, acreditamos que a correção poderá ser menos rígida do que foi no último exame. Ou melhor, a correção poderá ser mais justa.

Portanto, o momento é de aguardar os próximos capítulos dessa novela que se tornou o  Exame de Ordem nos últimos tempos.

Esperança e fé caminham juntas. Nunca podemos perdê-las de vista. Nunca.

Até a próxima.

Para continuar em movimento…

17/11/2010

1) Quantos anos você se daria se não soubesse quantos anos tem de verdade?

2) Se a felicidade fosse a moeda principal, que tipo de trabalho o deixaria rico?

3) Você está fazendo o que acredita ou está acostumado com o que está fazendo?

4) Se você pudesse oferecer um único conselho a uma criança, o que seria?

5) O que é que você sabe que faz diferente das outras pessoas?

6) Há alguma coisa que você não fez que você realmente gostaria de fazer? Por que não faz?

7) Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Você realmente acha que ele vai chegar mais rápido?

8) Você preferiria ser um gênio preocupado ou um alegre simplista?

9) Você sempre foi o tipo de amigo que você gostaria de ter como amigo?

10) Qual a sua maior gratidão? Por que?

11) Você preferiria perder toda a sua memória até hoje ou nunca poder ter novas?

12 ) Quando na sua vida você se sentiu mais apaixonado(a) e vivo(a)?

13) Se não agora então quando?

14) Se você não conquistou o que você quer até agora, o que tem a perder?

15) É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mal?

16) Você gostaria de ter menos trabalho para fazer ou mais trabalho daquilo que realmente gosta de fazer?

17) Você se sente como já tivesse vivido este dia cem vezes antes?

18) Se você soubesse que todos que conhece morreriam amanhã, quem você visitaria hoje?

19) Qual a diferença entre estar vivo e viver?

20) Se nós aprendemos com nossos erros, por que sempre temos medo de cometer um erro?

21) O que você faria de forma diferente se soubesse que ninguém o julgaria por isso?

22) Quando foi a última vez que você notou o som da sua respiração?

23) O que você ama? Suas ações expressam esse amor?

24 ) Daqui 5 anos você se lembrará do que fez ontem? E antes-de-ontem? E o dia anterior?

25) Decisões estão sendo tomadas neste exato momento. O ponto é: Você as está tomando por si mesmo ou está deixando que outros tomem por você?

Não perca o foco, não se justifique, não reclame ou lamente.

Simplesmente continue em direção aos seus objetivos!

Cursos online